sábado, 9 de abril de 2011

Reflexão.

É.

Alguém pode me dizer como foi que eu perdi o controle?
Você pode me dizer por que eu perdi o controle?
Pode me dizer também por que eu não consigo ter o controle de volta?
Por mais que eu tente...
Pode me dizer por que um vazio me preenche, quando a razão tenta tomar o controle a força, e daí, tudo parece estar errado?
Você é como um corpo celeste, que brilha intensamente, em um esplendor de cores... Que me aquece, por dentro... Onde a magnetude de suas ondas vibram meu coração... Um corpo celestre que possui uma gravidade que puxa pra si... Gravidade que me prende... Preso ao chão, sinto sua força, não consigo me mexer... Preso a você, ao seu amor... Uma gravidade que prende minha razão... Mas então, por que sinto me livre? Leve? Seus raios, óh corpo celeste que intensamente brilhais em cores brancas e rosas, me preencheram, não só de emoção, mas também minha razão.
Razão para planejamentos, razão para a vida, razão para o amor.
Óh corpo celeste, que tão intensamente brilha, aquece e colore meus dias, diga-me, por que virastes o centro do meu universo, esplhando vossas lindas e radiantes cores pelo meu mundo?
Óh, corpo celeste, que tanto embeleza meu universo, responda-me por que és tão intensa vossa gravidade, que me prende, segura e imobiliza?
Diga-me, meu maravilhoso corpo celeste, por que se tornaste a estrela de meu mundo, que tanto me fascina?
Por que, ao assumires o centro de minha galáxia, causastes o caos, com os choques e atristos lançastes tão intensos fachos de luz de esplendidas cores e confortante calor? Por que causastes este turbilhão de sentimentos tão profundos?
Com brilho, calor,
carinho, gravidade,
Luzes, amor,
Paz, felicidade.
Óh corpo celeste,
Se tornas-te a mais brilhante estrela
Do centro de meu mundo, galáxia e universo.

Por Leandro Luetkmeyer.

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