domingo, 22 de maio de 2011

Hoje é tempo de mudanças.

Hoje é tempo de diminuir nossas atividades. Se não dor possível fazer uma grande cirgugia em nossa agenda, devemos nos programar seriamente para começar fazê-la amanhã, depois, gradtivamente, no correr dos anos.
Hoje é tempo de rever nossas metas, colocar colírio em nossos olhos para enxergar o que tem importância.
Hoje é tempo de amar nossos filhos, elogiá-los por tantas coisas que fazem e que consideramos meras obrigações.
Hoje é tempo de descobrir cada um com suas características únicas.
Hoje é tempo de pedir-lhes perdão pela nossa falta de tempo, sem usar a desculpa de que tudo o que fazemos é prar eles.
Hoje é tempo de cobrar menos e abraçar mais. É tempo de dizer que eles não estão no rodapé de nossas vidas, mas nas páginas centrais de nossas histórias.
Hoje é tempo de deixar nossos títulos acadêmicos e nossa posição social, de procurar nossos amigos, abraça-lós, convidá-los para jantar, resgatar o passado, saber do presente, dar risadas descompromissadas.
Hoje é tempo de coversar com nossos pais, descobrir seus mundos, desvendar caítulos de suas histórias que jamais conseguimos ler. Perguntar quais foram suas batalhas mais importantes, suas consquitas mais desafiantes.
Hoje é tempo de olhar nos olhos de quem amamos, pedir desculpas pelo excesso de trabalho, pela nossa rigides, cruzar nosso mundo com o deles, fazer programas diferentes, ralaxar, ouvir.
Hoje é tempo de namorar, de dizer com ternura "Eu te amo" ou de admitir honestamente "Não sei amar, só sei trabalhar. Ensine-me a amar você."
Hoje é tempo de perdoar, de compreender, de minimizar as ofensas. É tempo de não levar a ferro nossas manias e exigências.
Hoje é tempo de esperar menos dos outros e cobrar menos de nos mesmo. É tempo de aceitar o que não conseguimos mudar sem cair no conformismo de aceitrar o que é possível transformar.
Hoje é tempo de enfrentar nossas fragilidades, desvendar nossas "loucuras", nos repensar, recilcar e descobrir que somos seres humanos sem vocação para deuses. É tempo de estabelecer estratégias para atingir nossos mais belos alvos.
Hoje é tempo de resgatar sonhos perdidos, de rejuvenescer nossa emoções, da fazer coisas simples que irradiam alegria, de dirigir o roteiro de nossa história.
Sim, hoje é tempo de ingerir o pão nosso de cada dia. Porque, sem tal nutrição, a vida não terá sabor, esperança, estímulo, aventura, encantos, etc. Seremos eternos famintos no único lugar em que não se admite ser miserável. As desculpas são um dos sintomas dos desnutridos. Que desculpa vamos dar para adiar o que tem de ser feito hoje?

Livro: A sabedoria nossa de cada dia
Autor: Augusto Cury

Mari Moreira.

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